Game finlandês decodifica leitura pelo mundo

 

Graphogram

Graphogame, que já teve 300 mil usuários, ajuda crianças com dificuldade de aprendizado ou em situação social vulnerável

Por uma série de razões, que vão de dificuldades sérias de cognição ou um ambiente pouco propício ao aprendizado, muitas crianças ficam presas a um mundo sem legendas, em que as letras, juntas ou separadas, não fazem o menor sentido. São estudantes que, simplesmente, não conseguem aprender a ler e acabam não conseguindo acompanhar seus pares ao longo da vida escolar. Para ajudar esse percentual de alunos, estimado em mais de 10% da população, a se alfabetizar plenamente, um grupo finlandês desenvolveu o Graphogame, um jogo que vem sendo aplicado em 20 países de todo o mundo. Uma versão do game em “português-brasileiro” já está em processo de desenvolvimento em parceria com especialistas daqui.

“Se tivéssemos que apontar apenas uma coisa como algo importante para a humanidade, nós apontaríamos a habilidade de ler. Sem ela, nenhuma democracia pode ser imaginada. Sem a leitura, não há esperança de se viver um mundo pacífico”, diz Heikki Lyytinen, um dos responsáveis pela pesquisa do Graphogame. O professor de psicologia da Universidade de Jyväskylä estará nesta quinta-feira em São Paulo para discutir como estimular professores a ver a tecnologia como uma forma de oferecer um melhor ensino durante o Bett Latin America Leadership Summit.

Lançada em 2011, a iniciativa já chegou a mais de 300 mil pessoas, entre alunos, professores e famílias envolvidas com o uso da tecnologia. Em uma das fases do game, as crianças precisam fazer associações entre o som do nome de objetos que caem do céu e suas respectivas letras. Essas associações vão ficando gradualmente mais difíceis até que a criança, sem perceber, já se mostra capaz de formar sílabas e palavras. Cada lição dura, no máximo, 12 minutos e os idealizadores recomendam que as crianças façam até cinco sessões ao longo do dia. O diferencial deste game para outros que também ajudam na fase de alfabetização é que essa ferramenta é capaz de entender o grau de desenvolvimento de cada usuário e adaptar as próximas fases do jogo as necessidades de cada um.

O jogo vem sendo usado para ajudar tanto crianças com dificuldades de aprendizagem, como as que são diagnosticadas com dislexia e discalculia, quanto crianças que vivem em condições socioeconômicas difíceis. O próximo grande projeto da equipe do Graphogame, por exemplo, é levar o jogo em tablets a escolas na Zâmbia. Apesar de a língua oficial do país africano ser o inglês, dezenas de outros dialetos são falados em seu território. De acordo com Lyytinen, o game pode ajudar não só os alunos, mas também os professores de primeiro ano a aprender as línguas locais e estabelecer uma comunicação efetiva com as crianças. Na Finlândia, que se destaca nas provas internacionais como o melhor sistema de ensino do mundo, o Ministério da Educação adota o game e treina professores para utilizá-lo.

Ainda segundo o pesquisador finlandês, apesar de ser uma iniciativa mais recente, o game foi desenvolvido a partir de um processo que começou há 10 anos. Na época, outros acadêmicos chegaram à conclusão de que o quanto antes crianças com dificuldades de leitura recebessem uma atenção individual e adequada melhor seria para seu desenvolvimento futuro. O jogo foi então desenhado para dialogar com o desenvolvimento neurológico das crianças e também com os pré-requisitos de aprendizagem e com a cultura local. “Os sistemas de escrita, os hábitos culturais locais e os currículos são levados muito seriamente em consideração. O Graphogame pode ajudar não só no desenvolvimento de habilidades básicas relacionadas à leitura, mas também na sua fluência e ainda na compreensão de frases e textos mais longos”, afirma Lyytinen.

http://info.graphogame.com/

 

 

Missões Empresariais a Moçambique e Angola.

aerlisNo âmbito do apoio à internacionalização das empresas portuguesas, a AERLIS -Associação Empresarial da Região de Lisboa, irá realizar mais duas Missões Empresariais a Moçambique e Angola.

Podem participar as Pequenas e Médias Empresas (PME) que historicamente não tenham experiência relevante em vendas diretas e querem perceber seu potencial de negócios naqueles mercados.

Consulte a calendarização dos projetos de internacionalização da AERLS, onde poderá encontrar informação sobre Missões Empresariais a Moçambique e Angola.

Poderá também participar nos Seminários “Oportunidades de negócio em mercados internacionais”

Moçambique: 24 de Setembro, das 9h30 às 13h – Aceda ao programa provisório: seminario_Mocambique.pdf

Angola: 15 de Outubro, das 9h30 às 13h – Aceda ao programa provisório: seminario_Angola.pdf

Inscreva-se em www.aerlis.pt

Esclarecimentos adicionais

 AERLIS
 
R: S. Salvador da Baía, Ed. AERLIS
 
2780-017 Oeiras
 
Tel: ++351 21 01 05 000
 
Fax: ++351 21 01 05 034
 
www.aerlis.pt
 
Visita  virtual aos Espaços: Oeiras, Sintra, Carregado

 

 

Estágios Profissionais em Contexto Internacional

aicepPara licenciados até aos 29 anos, com domínio de línguas e informática e vontade de iniciar uma carreira internacional em entidades multinacionais, empresas portuguesas internacionalizadas, organismos multilaterais e centros de negócios da rede externa da AICEP, durante aproximadamente 6 meses no estrangeiro.

Iniciativa apoiada pela União Europeia e gerida pela AICEP Portugal Global, o programa Inov Contacto visa apoiar a formação de jovens licenciados com vocação para carreiras internacionais e empresas portuguesas com estruturas em mercados externos, empresas multinacionais e organizações Internacionais.

Os Estágios, remunerados, têm uma duração entre 6 e 9 meses e são compostos por 3 fases:

1ª fase: Curso de Práticas Internacionais (Campus) e Estágio em Portugal (de 1 a 4 semanas, caso a empresa o solicite);

2ª fase: Estágio no estrangeiro (até 6 meses);

3ªfase: Seminário de encerramento e apoio à integração

As inscrições estão abertas até dia 24 de Agosto de 2014 no site www.inovcontacto.pt

2014-07-16 11:25
AICEP

Marca “P Portugal” vai promover produção nacional no mundo

PortugalO Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI) e a AICEP Portugal Global (AICEP) assinaram o  compromisso de dinamizar a marca P “Portugal” nas ações de promoção externas através da agência liderada por Miguel Frasquilho ou de entidades terceiras, autorizadas pela AICEP.

A marca “Portugal”, uma declinação com origem na marca nacional “Portugal Sou Eu” detida pelo IAPMEI, será promovida, como marca-chapéu, em ações coletivas agregadoras de empresas nacionais, dinamizadas em certames internacionais pela Aicep e/ou pelas associações empresariais e sectoriais.

“Depois do apelo à ligação dos portugueses aos seus produtos, agora há o alargamento desse apelo ao mundo”, afirmou o secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade, Pedro Gonçalves, na conferência de imprensa realizada ontem no Ministério da Economia.

Pedro Gonçalves explicou que “é importante ter uma marca Portugal nos mercados internacionais”, considerando que “dado o forte dinamismo das empresas portuguesas, é fundamental atuar em conjunto, criando uma unidade e uma marca comum com o objetivo de promover os produtos, serviços e talentos portugueses”.

Já o secretário de Estado Adjunto e da Economia, Leonardo Mathias, destacou que a marca “P Portugal”, ‘filha’ do “Portugal Sou Eu”, “é um chamar de afetos”, que pretende acelerar “o dinamismo das exportações portuguesas”. “Faltava uma peça fundamental que tem a ver com o dinamismo das nossas exportações. Associamo-nos a este protocolo que vai possibilitar a utilização do logotipo em feiras e eventos internacionais”, referiu.

Em causa estão cerca de 450 de ações internacionais planeadas para 2014 e 2015 em mais de 40 países, com destaque para a União Europeia, Brasil, PALOP, Colômbia, Rússia, China e Estados Unidos da América.

Neste momento, estão inscritas no programa “Portugal Sou Eu” mais de 1.000 empresas, tendo já sido qualificados cerca de 2.000 produtos, que representam um volume de negócios agregado superior a 1,3 mil milhões de euros.

2014-07-11 11:28
AICEP

A FELINO – Fundição e Construções Mecânicas, S.A. investe fortemente na sua capacidade produtiva

FELINO MáquinaA FELINO, com constante objetivo de disponibilizar no mercado soluções adequadas, eficientes e de grande flexibilidade tem, investido fortemente no desenvolvimento da sua capacidade produtiva, garantindo aos seus clientes uma resposta rápida aos pedidos solicitados, a obtenção de produtos avançados, robustos, de alta precisão a preços competitivos.

A empresa desenvolve a sua atividade em dois sectores distintos: o do fabrico de equipamentos de panificação e o de peças técnicas no sector metalúrgico e metalomecânico. Por ser um construtor de máquinas, a FELINO dispõe de know-How e meios para fornecer peças técnicas numa vertente de subcontratação nas áreas de fundição (ferro e alumínio), maquinação e montagem de componentes. 

O centro de Maquinação Mori Seiki NHX10000, o mais recente investimento da FELINO, foi projetado para a maquinação de peças de alta precisão e de dimensões consideráveis. A versatilidade da maquinação é garantida através da possibilidade de maquinar peças até 3000kg com um diâmetro máximo de 2000mm e altura máxima de 1600mm.

Esta empresa portuguesa, com mais de 75 anos de existência, aposta na inovação tecnológica, credibilidade e experiência no setor metalúrgico e metalomecânico com o objetivo de otimizar os seus investimentos, aumentar a eficiência produtiva e o crescimento internacional bem como captar novos clientes.

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A Felino

Fundada em 1936 a FELINO – Fundição e Construções Mecânicas, S.A. é uma empresa especializada na execução de peças técnicas numa vertente de subcontratação nas áreas da fundição (ferro e alumínio), maquinação e montagem de componentes.

Instalada no Norte de Portugal, em duas grandes unidades fabris, e com uma vocação essencialmente exportadora, muito se orgulha de fornecer os seus produtos e serviços de subcontratação a clientes de países altamente industrializados como a Alemanha, França, Espanha, Holanda, entre outros.

O constante investimento em novos equipamentos produtivos permite à FELINO oferecer aos seus clientes uma melhoria contínua dos serviços de execução de peças técnicas. A versatilidade da maquinação é garantida através da possibilidade de maquinar peças até 3000kg com um diâmetro de 2000mm e altura de 1600mm que tem resultado numa crescente satisfação dos clientes quer de peças fundidas quer de peças maquinadas.

Otimizar os investimentos, aumentar a eficiência produtiva tendo em vista a satisfação do nosso parceiro mais importante – O NOSSO CLIENTE –  são alguns dos objetivos da FELINO, que tem no seu ADN, a inovação tecnológica, credibilidade e experiência, de mais de 75 anos, no setor metalúrgico e metalomecânico

Para mais informações, contactar:
Carla Duarte – Tel. 229699830

Come to Helsinki. Europe and Asia will come too!

EARSEurope-Asia Roundtable Sessions brings together creative industry professionals to discover business opportunities, share best practices and get inspired by new ideas. The event takes place on September 4-7, 2014 in Helsinki, Finland.

Focus of the EARS on Helsinki event will be on Asia and the program will include keynotes, roundtables, networking sessions and company visits featuring tailor-made sections for music, design, performing arts and media professionals. Industry specific sections come together in panels and keynotes about branding, marketing and cultural policy in Asia.

Registration and the latest additions to the program: http://www.ears.asia/ears-on-helsinki-2014

Europe-Asia Roundtable Sessions is an international network of events and an online media connecting the creative hubs of Europe and Asia. EARS offers the possibility to learn about the latest trends and phenomena in cultural industries and to meet people behind them.

NERSANT Business 2014 – Encontro Internacional de Negócios

NERSANT-25-AnosO NERSANT Business tem como objetivos proporcionar a realização de negócios entre os empresários da Região do Ribatejo e os empresários estrangeiros, promover a internacionalização das empresas e dos produtos da Região e dar a conhecer aos investidores presentes as potencialidades do Ribatejo, nomeadamente as infraestruturas de acolhimento existentes, entre as quais se incluem Centros Tecnológicos, cinco novos Parques de Negócios e escolas profissionais que trabalham em cooperação com empresas e instituições de ensino superior.

Faça o download da apresentação do NERSANT Business 2014 aqui.

Cubes Coding will teach children how to code

Cubes

Cubes Coding’s products were tested for the first time in Tampere at the Hyhky school.

A team of three Greeks, one Austrian, and one Finn is drawn together by two things: friendship and an interest in entrepreneurship. The group of friends will soon launch their start-up Cubes Coding, with the aim of helping children learn how to code. Their company will be registered in Finland.

— Finland is the perfect environment for entrepreneurs; here start-up companies are respected and supported. There’s also a focus on training and education, which makes Finland the right country for Cubes Coding, says Danai Skournetou, in charge of the company’s business development.

Cubes Coding’s services are aimed at 3-year olds and up, with the objective of offering a fun and simple way to learn the basics of coding. Children will be able to control a toy robot using coloured cubes that represent a different coding-related command each. The service will also include mobile and computer programs aimed at older children.

Targeting the start-up competition  

According to Skournetou, the product’s early version was tested for the first time in the Tekemisen Ilo (The Joy of Making) event in Tampere last May. Then, there were around 200 children testing the product.

— Our product is special in the sense that it takes into account, for example, the point of view of small children at the time of learning, states Skournetou.

Cubes Coding will be competing in the Open Education Challenge start-up contest finals in July, which is endorsed by the European Union. The competition, held in Barcelona, looks for the best innovation in the field of education among early stage business ideas. The winners will receive seed funding for their business start-up.

Jenna Vehviläinen

www.openeducationchallenge.eu
www.cubescoding.com
Good News from Finland

Yoga Me brings yoga to the workplace

YogaYoga Me is based on Iyengar yoga, which is a form of yoga that puts emphasis on precision and allows gradual progress.

Yoga is gaining popularity at a tremendous pace in the Nordic countries and the number of online yogis is increasing.

The founder of the Yoga Me app, Jenny Lauronen, sits down after the Iyengar yoga class she has given in the yoga studio, bursting with energy and enthusiasm. Lauronen tried yoga for the first time at the age of 15 and started practicing it daily in 2000. After a ten-year career as an engineer, she opened her own yoga studio in Turku and now she has established the wellness technology company Yoga Me.

— My calling is to bring yoga to the people. The idea of Yoga Me is to allow everyone to practice yoga in a way that feels good to them, regardless of time and place and only when it suits them. People should have the chance to do more yoga. Yoga is a state of mind, not a yoga studio, even though the environment here helps, says Lauronen, looking around the yoga studio in the centre of Helsinki.

Yoga Me is about competing with yourself

Yoga Me is based on Iyengar yoga, which is a form of yoga that puts emphasis on precision and allows gradual progress. In Lauronen’s Yoga Me app, the additional challenges included in the exercises make it more like a game and help the user to progress.

— Men like Yoga Me because it gives them the chance to compete with one another and make comparisons. But of course, it is about competing with yourself and sharing successes and joy with others, Lauronen says.

Before Yoga Me, Lauronen has worked as a fitness instructor, especially at workplaces during breaks.

— Teaching 15-minute exercise sessions was not very practical. I also produced an exercise DVDfor the Japanese market and gave remote yoga classes through video conference systems. Many times I thought there just has to be a modern solution to this, and that’s how I came up with the idea of the Yoga Me online service.

Finnish yoga app stretches out to global markets

Yoga Me is in Finnish, but the first English version of the service will be released in autumn 2014. That is when the Finnish yoga app will head for global markets.

New online yoga and wellness services are being developed all the time and competition is tough, but Yoga Me has found a niche in taking yoga to the workplace.

— There is some competition, but not in yoga targeted at workplaces or work stations. The most important aspect of Yoga Me is that you can start with the basics and progress to become a master by following the exercise programme and the recommendations. And everyone can adapt the programme to suit their own needs. This is definitely something no one else is offering, Lauronen sums up.

Sara Vihavainen
www.yogame.com
Good News from Finland